Reunião trata de PPP do Saneamento Básico para Floriano

A reunião é parte do Programa PPP Piauí Cidades Inteligentes
Por Alexandra Teodoro
Foto: AssessoriaReunião trata de PPP do Saneamento Básico para Floriano
Reunião trata de PPP do Saneamento Básico para Floriano

A ampliação da rede de saneamento básico da cidade de Floriano, no Sul do Piauí, foi discutida, na manhã desta segunda-feira (25), em reunião entre o prefeito Joel Rodrigues, o deputado estadual Francisco Costa e a superintendente de Parcerias e Concessões (Suparc), Viviane Moura. A ideia é avaliar a viabilidade de parceria com a iniciativa privada para implantar a concessão do serviço no município.

A reunião é parte do Programa PPP Piauí Cidades Inteligentes, que vai proporcionar aos prefeitos de cidades do interior do Piauí orientações técnicas para implantação de projetos de parcerias público-privada nos municípios. Além do saneamento básico, os projetos também abrangerão as áreas de conectividade, energias renováveis e iluminação pública.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 32% da população de Floriano conta com cobertura de saneamento básico. “Com o projeto de concessão, nosso objetivo e traçar estratégias de parceria com o setor privado para que as cidades consigam avançar na prestação desse serviço, que é essencial, e que esteja de acordo com o novo Marco Regulatório do Saneamento, aprovado no ano passado, destaca a superintendente Viviane Moura.

Com a subconcessão do saneamento básico de Teresina, a capital conseguiu universalizar o serviço de abastecimento de água para a população em 2020, mesmo com as dificuldades econômicas e sanitárias impostas pela pandemia de covid-19. Além disso, também houve o avanço de 60% na ampliação da cobertura de rede de esgoto, sendo que a meta é chegar a 90% da população até 2033.

“É uma melhoria substancial do serviço público que não dá para mensurar em números e vai além da economia gerada pelo projeto. São ações que conseguem levar água tratada para áreas recém-regularizadas, por exemplo, e tem o impacto social que foi reconhecido inclusive pela Organização das Nacões Unidas (ONU)”, finaliza Viviane Moura, reforçando a importância dessa troca de informações para a implantação de novos projetos.