St. Joseph: Fryer chega às plataformas com som forte e intrigante

O primeiro trabalho de Fryer foi lançado no dia 19 e pode ser ouvido no canal do artista no youtube.
Por Alexandra Teodoro

O som é intrigante. Mistura de sonoridades que influenciaram o músico ao longo da vida. Influências como David Bowie, Nick Cave, algo de brit pop num estilo britânico que cativou o mundo). Fryer tem canções em português e no inglês. St. Joseph é o primeiro single. A música fala de experiências que ele considera muito pessoais, mas ao mesmo tempo se conecta às coisas comuns que podem estar presentes em diversos mundos individuais.

Foto: AssessoriaFryer foto
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“Ela surgiu em 2017 ainda, uma versão de voz, violão e guitarra e depois fui lapidando com o passar do tempo”, conta. Mas, somente em 2020 a música foi gravada junto com outras do EP, The Moth - Before the Darkness. O trabalho tem referências temáticas que percorrem desde o psicológico e o emocional até o universo político e social em que vivemos atualmente.

Foto: ArquivoFryer capa
Fryer capa

St. Joseph apresenta o músico nesse novo caminho, que para ele, nem é tão novo assim. Mas, para o público, que está muito acostumado a ver (e não exatamente ouvir) obras do artista, esse projeto musical vem como um presente. E traz nesse pacote a utilização de sintetizadores que dão um peso (eu chamaria de leveza) à sua proposta musical. Na década de 70 (ele nem era nascido), esse item foi revolucionado pelo Kraftwerk, banda responsável por popularizar a e-music... Pois bem, esse tipo de produção foi bastante usada na música popular, rock, disco e jazz. E Fryer aplica muito bem aos seus propositais delírios musicais.  

Fryer é artista visual, com participação em exposições conceituadas e imprime à sua música toda sua forte expressão artística: forte e incomum, se posicionando entre o moderno e o vintage.

O EP The Moth - Before the Darkness “ é o resultado da colaboração dos músicos da minha banda, adicionando um pouco da identidade deles também” explica Fryer a respeito do processo que foi gravado no analógico e na fita com a banda tocando junto  “Queríamos essa sonoridade vintage”, diz. O artista. A música St. Joseph (e as demais canções do EP)  foi  gravada no estúdio ForestLab, em Petrópolis- RJ.

Dos primeiros versos:

“I’ve burned my love

Old machinery

And now I’ve got shakes beneath my seat

An old cold dead bone in my arm... “

Traduzindo:

“Eu queimei meu amor

Maquinaria velha

E agora tenho tremores embaixo do meu assento

Um velho osso frio e morto no meu braço...”

Foto: AssessoriaFryer 2
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