Preto Tipuá lança "Apogeu" nas plataformas digitais

O artista é fortemente influenciado pela música negra, sobretudo pelo Samba, Soul, Reggae, SKA e RAP
Por Alexandra Teodoro
Foto: AssessoriaTipuá está em todas as plataformas digitais
Tipuá está em todas as plataformas digitais
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Preto Tipuá (PTÁ), tem 24 anos e é natural de Amarante (PI), nascido no subúrbio da cidade, o artista consome muita arte desde a infância, passeou por elementos artísticos como o desenho, dança e teatro durante a adolescência. Atualmente PTÁ é rapper, pois é fortemente influenciado pela música negra, sobretudo pelo Samba, Soul, Reggae, SKA e RAP, que era natural dentro da sua família, por conta da antiga discoteca (MegaHits) do seu tio Vildomar e pelo seu ex-padrasto Franklin Retrato da Favela (1984 – 2020).

O artista atua gênero desde 2018, mas só veio lançar suas músicas em 2020, com o EP ‘Pra Dar e Vender, trabalho colaborativo com os MC’s Erick $om e Narcoliricista, seguido seu EP solo ‘Autoestima Preta’, lançado pela gravadora VMF Records. Em 2021, lançou a música Djeliba (part. Amanda Magalhães & Hxtel Be4ts), já no início de 2022 fez lançou o single Apogeu com produção da Afro Style, uma das prévias do seu EP Sinais em Grades.

Apogeu é um pouco sobre amizades, pessoas que (não) conheço, outras que só vi uma vez, um pouco sobre estudos diários, um pouco de sensações que sinto quando estou na cidade do meu filho, muito sobre sorrisos, energias e sobre minha autoestima que vem oscilando nos últimos tempos. Autonomia e comunidade resume esse novo single

Nesse single, eu permiti explorar nuances de flow vindas do freestyle, técnica que só utilizo pra criar flow, sempre costumo experimentar coisas novas dentro das minhas músicas, sair da zona de conforto, musicalmente falando, em termo de letra a postura é a mesma, e a ideia parte para o mesmo caminho, o HIP HOP. Não tenho nada contra a outras vertentes e ideias dentro do RAP, mas ainda assim prefiro falar pela autonomia das pessoas pretas e apontar críticas aos padrões de comportamento impostos por quem domina, e esse padrão é plural, eles querem um padrão de comportamento para cada grupo social, e eu não quero isso para o meu povo.

Apogeu é sobre se permitir sentir, eu enquanto homem preto, fui privado de sentir, de me emocionar, de me permitir fazer algumas coisas por achar que aquilo não era “pra mim”. Então pra que fazer o que eles querem? Sou meu, sou eu que me agrado e vivo, eu que devo ditar minhas regras e fazê-las, apesar de seguir as que sou obrigado para viver em “tranquilidade” nesse país.

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