Brasil tem 3.157 mortes de Covid-19 nas últimas 24h

País passa de 381 mil óbitos na pandemia
Por O Globo

* O Globo

O Brasil registrou nesta segunda-feira 3.157 mortes por Covid-19, segundo o boletim de consórcio de veículos de imprensa. O país totaliza 381.687 vidas perdidas para o novo coronavírus. A média móvel foi de 2.787 óbitos, a mesma de duas semanas atrás.

Desde às 20h de terça, 71.231 novos casos foram notificados pelas secretarias de saúde, totalizando 14.122.116 infectados pelo Sars-CoV-2. A média móvel foi de 63.369 diagnósticos positivos, também o mesmo de 14 dias atrás.

A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Dezoito estados atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta quarta-feira. Em todo o país, 27.523.231 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 13,00% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 10.947.310 pessoas, ou 5,17% da população nacional.

Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

Grupos prioritários até setembro

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira que a vacinação dos grupos prioritários contra Covid-19 deve ser concluída somente em setembro. A previsão traz um atraso de quatro meses em relação ao que foi previsto pelo ex-ministro Eduardo Pazuello, que estipulava que em maio os grupos prioritários do Programa Nacional de Imunizações (PNI) seriam concluídos. Questionado sobre o motivo da mudança, Queiroga afirmou que não se deve ficar "contando dose de vacina". Segundo ele, atrasos nas entregas de fornecedores como o consórcio Covax Facility, da Organização Mundial da Saúde (OMS), e problemas nas remessas de insumos utilizados na produção atrapalharam o cronograma.